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Para Ed e Paula “Era uma tarde, como qualquer outra Mais um chamado vindo de alguém Que com o medo de perder seu feito Buscou meus olhos, mente e meu saber Com o aparelho já analisado Olhei seus olhos, de expressada angústia Senti o receio, calculei o risco E emiti preciso diagnóstico Se foram anos para os ver de novo Já mais serenos, junto com sorrisos Direcionados como num mirante Pra aquela moça, grande e apaixonada Eu já mais perto do que sou agora Mais consciente do brilho desta vida Deparei-me com o amor que aflora Se entrelaçando entre essas almas vivas Então sereno, embora já sozinho Mais satisfeito, por ter estado ali Vi o monólogo, drummond, provei o vinho A praça, a dança, o pé no chão bati Por onde passeiam todos estes feitos Com avaianas de pau e a Conceição A divertir-me neste doce leito Com o sorriso dos amigos do peito A completarem o meu coração.” Alegremente feliz por nossa amizade Lucas Selbach, 14-set-2004 |
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Para Ed e Paula “Era uma tarde, como qualquer outra Mais um chamado vindo de alguém Que com o medo de perder seu feito Buscou meus olhos, mente e meu saber Com o aparelho já analisado Olhei seus olhos, de expressada angústia Senti o receio, calculei o risco E emiti preciso diagnóstico Se foram anos para os ver de novo Já mais serenos, junto com sorrisos Direcionados como num mirante Pra aquela moça, grande e apaixonada Eu já mais perto do que sou agora Mais consciente do brilho desta vida Deparei-me com o amor que aflora Se entrelaçando entre essas almas vivas Então sereno, embora já sozinho Mais satisfeito, por ter estado ali Vi o monólogo, drummond, provei o vinho A praça, a dança, o pé no chão bati Por onde passeiam todos estes feitos Com avaianas de pau e a Conceição A divertir-me neste doce leito Com o sorriso dos amigos do peito A completarem o meu coração.” Alegremente feliz por nossa amizade Lucas Selbach, 14-set-2004
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